Prénom Zadig pour un garçon

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Zadig en chiffres

Popularité actuelle :
Prénom rare
Popularité depuis 1900 :
Prénom rare
Tendance actuelle :
Prénom stable
Meilleure année :
2010 (54 naissances de Zadig)
Naissances en 2015 :
49 garçons ont reçu le prénom Zadig
Naissances depuis 1900 :
397 garçons ont reçu le prénom Zadig
Age moyen des Zadig :
6 ans

Les avis sur le prénom Zadig

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Avis sur le prénom Zadig

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Note moyenne :

5



(1 avis)

SignalerEyBoss  - 24 février 2017
Excellent

O ataque a Pearl Harbor foi uma operação aeronaval de ataque à base norte-americana de Pearl Harbor, efetuada pela Marinha Imperial Japonesa na manhã de 7 de Dezembro de 1941.

O ataque em Pearl Harbor, na ilha de Oahu, Havaí, foi executado de surpresa contra a frota do Pacífico da Marinha dos Estados Unidos da América e as suas forças de defesa, o corpo aéreo do exército americano e a força aérea da Marinha.

O ataque danificou ou destruiu 21 navios e 347 aviões, matando cerca de 2403 pessoas e ferindo outras 1178. Contudo, os três porta-aviões da frota do Pacífico não se encontravam no porto, pelo que não foram danificados, tal como os depósitos de combustível e outras instalações.[1]

O ataque marcou a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial[2] e o início da Guerra do Pacífico, ficando conhecido como Bombardeamento de Pearl Harbor e Batalha de Pearl Harbor, embora o nome mais comum seja Ataque a Pearl Harbor ou simplesmente Pearl Harbor.

Índice [esconder]
1 Antecedentes
1.1 Preparação japonesa
1.2 Preparação estado-unidense
1.3 Fim das negociações
2 O ataque
2.1 Perdas da Marinha Imperial Japonesa
2.2 Perdas das Forças Armadas dos EUA
2.3 Decisão de Nagumo de retirar após as duas vagas
2.4 Ataques posteriores
2.5 Imagens
3 Resposta estadunidense
4 Significado histórico
5 Dramatizações
6 Ver também
7 Referências
8 Bibliografia
9 Ligações externas
Antecedentes[editar | editar código-fonte]
Após a Restauração Meiji, o Japão Imperial embarcou rapidamente num período de expansão económica, política e militar num esforço em alcançar as potências europeias e norte-americanas. A sua estratégia de expansão incluía a extensão territorial e o controlo económico para aumentar o seu acesso a recursos naturais.

Ao executar esta estratégia, o Japão iniciou um número de aventuras militares que iniciaram conflitos com vários países vizinhos. Estes incluíam a China em 1894, no qual o Japão tomou controle da Ilha Formosa, e a guerra com a Rússia em 1904, ganhando território na China e na península coreana. Após a Primeira Guerra Mundial, a Liga das Nações deu ao Japão a custódia das colónias da Alemanha Imperial no Leste e nas águas do Pacífico. Em 1931, o Japão impôs um estado controlado por si na Manchúria conhecido como Manchukuo.

A Liga das Nações, os Estados Unidos, o Reino Unido, a Austrália e os Países Baixos, todos com interesses territoriais no Sudoeste da Ásia, desaprovaram os ataques japoneses contra a China e responderam com condenação e pressão diplomática. O Japão retirou-se da Liga das Nações em protesto. Em Julho de 1939, os EUA aumentaram a pressão ao terminarem o tratado comercial com o Japão, que tanto mostrou oficialmente a posição dos EUA, como removeu quaisquer barreiras legais contra embargos. O Japão continuou com a sua campanha militar na China e assinou o tratado Anti-Comintern com a Alemanha Nazi, formalmente acabando com as hostilidades do fim da Primeira Guerra Mundial, e declarando interesses comuns entre os dois países. Em 1940, o Japão assinou o Pacto Tripartite com a Alemanha Nazi e a Itália fascista para formar os poderes do Eixo.

As ações japonesas fizeram que os EUA criassem embargos contra as importações japonesas de metal e gasolina e fechassem o Canal do Panamá a embarcações japonesas. A situação continuou a agravar-se, e em 1941 o Japão avançou para o norte da Indochina (atual Vietnã, Laos e Camboja). O governo estado-unidense respondeu congelando todos os bens japoneses nos EUA e iniciou um embargo completo às importações japonesas de petróleo.[3] O petróleo era provavelmente o recurso mais crucial do Japão, devido aos seus próprios recursos petrolíferos serem bastante limitados e 80% das importações japonesas de petróleo provirem dos EUA. Certamente a Marinha Imperial Japonesa dependia inteiramente de petróleo importado.[4]

As negociações diplomáticas intensificaram-se quando os Estados Unidos enviaram uma nota ao Japão, no qual o primeiro-ministro Hideki Tojo descreveu ao seu gabinete como um ultimato. O Japão sentiu que teria de escolher entre aceitar os termos dos EUA e do Reino Unido — retirando assim da China e dos territórios à volta dela — e continuar o seu expansionismo. Preocupado em perder status e prestígio na comunidade internacional se o Japão recuasse e percebendo a ameaça dos poderes ocidentais, que controlavam território no Pacífico e na Ásia Oriental, para a sua segurança nacional, o governo imperial japonês, que tinha já opções militares preparadas, decidiu executá-las, entrando assim em guerra com os EUA, o Reino Unido e a Holanda. Tendo já assinado o Pacto do Eixo com a Alemanha Nazi, a Itália fascista e outros países, o Japão teria de lutar contra os poderes Aliados ao lado dos seus aliados.[5]

Preparação japonesa[editar | editar código-fonte]

Almirante Isoroku Yamamoto, principal arquiteto do ataque a Pearl Harbor
Isoroku Yamamoto, o comandante-em-chefe da Marinha Imperial, foi um forte advogado da solução diplomática para o conflito. Mas sabia que os partidários da via militar, cujo maior expoente na marinha era o Almirante Osami Nagano, chefe do Estado Maior naval, estavam cada vez mais perto de conseguir empurrar o país para a guerra. Então tratou de elaborar o melhor plano possível para uma situação estratégica que julgava difícil.

Na época, era considerada a possibilidade de atrair a frota americana para água territoriais Japonesas, conseguindo uma vitória nos moldes da Batalha de Tsushima. Yamamoto sabia que os planos americanos (primeiro "Orange" e depois "Rainbow Five") para guerra com Japão não previam ataque imediato ao coração do Império, mas uma paulatina aproximação via Ilhas Marshall, Carolinas e Marianas. Isso levaria a uma guerra longa, onde a capacidade fabril da indústria bélica dos EUA iria prevalecer. Yamamoto precisava de uma solução rápida, de preferência num único golpe decisivo, que levasse a negociaçõe